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	<title>TodoTexto</title>
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	<description>"Os livros talvez não  alterem  nosso  sofrimento, talvez  não nos protejam  do mal, talvez  não nos digam o que  é bom ou é  belo, e,  certamente, não nos resguardam do  fado  comum da sepultura. Mas  livros  nos  dão a possibilidade  de tais coisas" -                  Alberto Manguel</description>
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		<title>Vocês não entendem nada</title>
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Caetano: aplausos (com medo) para “Alegria alegria”, em 1967,
vaias, bolas de papéis e pedaços de madeira para “É proibido proibir”, em 68.
(foto: Jornal do Brasil) 
 



Em setembro, fez quarenta anos de uma das vaias mais produtivas da história desse país: a  que o Caetano levou no Festival Internacional da Canção (FIC), no auditório da PUC-RJ, em 1968, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=77&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>O mundo cíclico de João Gilberto Noll</title>
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No mundo do melhor ficcionista da literatura brasileira contemporânea, a história é o que menos importa. Vale tudo: homem com vagina, escravos por prazer, pais de família com homossexualidade reprimida, sexo com animais. 
 
                                                                             
O mais novo romance (, publicado em julho pela Record) do escritor gaúcho João Gilberto Noll, Acenos e Afagos, dá seqüência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=70&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>Essas paixões.</title>
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Liv Ullman em Shame (1968)

 
 
           Existe algo de deprimente em se apaixonar por uma estrela de cinema. Talvez seja a maior afirmação de solidão possível: no final das contas, é necessário desejar o que está longe e que jamais será alcançado. É, enfim, a discreta declaração da incapacidade perante o real. Há anos me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=40&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>O terrível monstro-piranha</title>
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O que escrever para começar minha parte neste blog? Minha vontade era de escrever algo bonito, profundo, inteligente, algo que realmente tocasse meu leitor, como os textos absolutamente instigantes de meus colegas. No entanto, resolvi abandonar a vontade e escrever alguma coisa sem tantas pretensões. E seguem então minhas palavras sobre um pensamento clichê que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=34&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>Milton, Mito e Mário</title>
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Alguém já disse que todo autor escreve sempre o mesmo romance durante toda a sua vida, ainda que o publique com vários títulos. A escrita teria, assim, qualquer coisa de re-escrita, de retorno aos mesmos temas. Aceitemos ou não a regra geral, o escritor amazonense Milton Hatoum não parece ser uma exceção: sua última novela, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=28&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>Roberto Bolaño</title>
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Para ser metalingüísta
Quando esse TodoTexto foi inaugurado, fiquei matutando sobre com o que começaria o meu &#8220;bloco&#8221;. Alguns sugeriram que eu postasse um artigo que escrevi (do qual discordo um pouco atualmente), mas achei que nenhum leitor de blogs (público contemporâneo e imediatista) teria paciência de ler o equivalente a dez páginas de um trabalho [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=24&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>O poeta e a memória de seu tempo</title>
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Buscarei neste breve ensaio tecer algumas considerações sobre uma possível chave interpretativa para parte da poesia de Drummond, na qual esta é vista como uma literatura da memória. Apesar de saber que tal tarefa pode soar como uma interpretação “paranóica”,  faço-a me sentindo respaldada pela defesa da superinterpretação feita por Jonathan Culler1, sobretudo quando o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=20&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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		<title>Quando saber ler é saber falar sobre livros</title>
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Em seu Por que ler os Clássicos, Italo Calvino afirma que &#8220;os clássicos são aqueles livros dos quais, em geral, se ouve dizer: &#8216;estou relendo&#8217;&#8230; e nunca &#8216;estou lendo&#8217; &#8220;. Venhamos e convenhamos, nem sempre somos honestos o suficiente para admitirmos que sequer vimos pela frente um exemplar de Finnegans Wake,  de Em busca do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=todotexto.wordpress.com&blog=4092794&post=16&subd=todotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
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